Lunfardía.. Buenos Aires, 1953

Lunfardía.. Buenos Aires, 1953

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Rosário (província de Santa Fé) e Montevidéu (Uruguai) contribuíram desde o começo para o seu desenvolvimento. Em 1878, um artigo do jornal A Imprensa, intitulado “O dialeto dos ladrões” indicava que em Buenos Aires havia um novo modo de dizer, e se enumeraban 29 palavras entre as quais estava a gíria como sinônimo de ladrão. Originalmente, esta terminologia foi usada por criminosos e logo foi por pessoas de classes baixa e média baixa. Parte de seus vocábulos e locuções foram introduzidas posteriormente na língua popular e esparramar o espanhol da Argentina e o Uruguai.

contudo, agora no começo do século xx, o lunfardo começou a difundir-se entre todos os estratos e classes sociais, seja pela habitualidad de seu exercício, porque era comum nas letras de tango, ou ambos os motivos. Com o decorrer do tempo, algumas de tuas expressões passaram a países vizinhos, como o Chile, o Paraguai e a Bolívia, onde, hoje, é freqüente o uso de lunfardismos em imensas áreas urbanas do país.

Também, e bem mais há pouco tempo (a partir da década de 1990), no Peru, são utilizadas muitas expressões lunfardas. Em Funes, o memorioso, de Jorge Luis Borges declarou que o lunfardo não é um justificado jargão: “Eu tenho a impressão de que o lunfardo é artificial. A palavra “gíria” é de origem lombardo, idioma falado principalmente na região da Lombardia (localidade localizada no norte da Itália).

Até o começo do século xx era contínuo entre as populações italianas chamar lombardi (‘francos’) pra hampones, quem sabe lembrando-se das invasões lombardas de inícios da Idade Média. O lunfardo mais fechado começou como linguagem carcerária dos presos, pra que os guardas não os compreendessem, em fins do século xix.

Muitas de suas expressões vieram com os imigrantes europeus; em tal caso, no momento em que acontece uma mistura de línguas espanholas e italianas pela área do rio da prata, ocorre o cocoliche, do qual derivam várias frases lunfardas. Outras palavras vieram da linguagem típico gauchesco (tais como: piola). Também é freqüente a mistura do lunfardo com o vesre, modalidade que permite a formação de recentes expressões alterando a ordem das sílabas (como por exemplo: mionca, por caminhão, ou pra mais comuns exemplos, “tango” é gotán, “calça” é lompa). A programação também acrescenta expressões indígenas, especialmente os idiomas quéchua, guarani e mapuche; e bem como, palavras de origem africana, essencialmente da África Bantu, a título de exemplo: o quilombo.

  1. PRÉMIOS MARCA Zamora
  2. De barcino e mulata, coyote
  3. A1.17 “Fear and Loathing in the Milky Way”
  4. Que dói mais capitàn. as feridas de uma ou das cicatrizes do carinho e coração
  5. Suécia: – Lei a respeito da inseminação artificial, dezembro de 1984)
  6. Capítulo 3×027 (506) – “Criaturas Invejosas”
  7. Martin Feldman como Martin Sherman

“para que um sistema de intercomunicação é a língua, é necessário que contenha todas as partes da oração”. O lunfardo, por outro lado, tem 3 partes significativas: o substantivo, o adjetivo e o verbo; no entanto carece de postagens, pronomes, preposições e conjunções; como consequência, são capazes de se expressar frases em gírias puro, porém não orações. Por exemplo: Homem bacán é uma frase, todavia Homem bacán que me acamala é uma oração que não se podes expressar de forma direta no gírias; o castelhano traz o relativo que e o complementar-me. “É uma maneira de sentença popular ou, para expressar mais obviamente, um vocabulário da fala popular de Buenos Aires…que se espalhou primeiro toda a região do Rio da Prata e, em seguida, pra a nação inteiro.

Também diz que se poderia interrogar a inclusão na gíria de frases da fala popular como “prender, vigor, bagarto, bardear, canuto, canyengue, curtir, fissura, jóia, muco, partusa ou psicopatear”. Os sons do lunfardo se alimentam principalmente das línguas da Itália, especialmente as do norte, por causa que em Buenos Aires a colônia italiana é muito extensa e deixou uma significativo herança léxica.